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Como a subida da classificação de Portugal pode impactar o mercado imobiliário?

A recente subida da classificação de Portugal para 'A' pela Morningstar DBRS pode ter um impacto positivo no mercado imobiliário. Este reconhecimento da sólida performance fiscal do país, aliado à redução significativa da dívida pública, atrai investidores em busca de oportunidades de compra de imóveis. A melhoria na classificação de crédito proporciona uma maior confiança aos compradores, especialmente aqueles que estão a considerar a aquisição de propriedades em zonas estratégicas, onde o investimento tem potencial de valorização. Além disso, a estabilidade financeira anunciada pela DBRS poderá incentivar novos projetos na construção civil, aumentando assim a oferta de imóveis para venda. É um momento ideal para compradores, que podem beneficiar de taxas de juro ainda competitivas antes de uma eventual alta. O setor imobiliário de Portugal, agora mais estável, torna-se um foco para investimentos, especialmente em regiões com forte desenvolvimento, como Lisboa e Porto. Esta elevação da classificação também sugere que o risco associado a investimentos em imóveis é agora menor, tornando mais atraente a compra imobiliária. Para aqueles que buscam oportunidades de rendimento através de aluguel, a confiança dos investidores pode impulsionar a procura na hiring market. Agora é o momento certo para agir, já que as perspectivas econômicas são otimistas. Se você está à procura de imóveis com potencial de rentabilidade, entre em contacto connosco para saber mais sobre as opções disponíveis. Não perca essa chance de investir em um mercado em crescimento. Entre em contacto para agendar uma visita a propriedades que se encaixam no seu perfil.

Tuesday, 21 January 2025 - Novidades
Como a subida da classificação de Portugal pode impactar o mercado imobiliário?

"A subida de rating reflecte a opinião da Morningstar DBRS de que a notável redução da dívida pública de Portugal, apoiada por um forte desempenho orçamental, reforçou a sua qualidade de crédito".

A DBRS também destacou "a redução significativa das vulnerabilidades externas na última década e um sistema bancário mais resiliente".

A Morningstar DBRS também actualizou os ratings de curto prazo de Portugal para R-1 (médio) de R-1 (baixo), com as tendências de todos os ratings a passarem de positivas para estáveis.

"O rácio da dívida pública de Portugal diminuiu acentuadamente de 116,1% do PIB em 2019 para 97,9% em 2023 e pode cair abaixo do limiar de 90,0% do PIB nos próximos dois a três anos", observou a DBRS.

De acordo com a agência, o Governo espera que "o rácio da dívida pública diminua para 95,9% do PIB em 2024 e continue a sua tendência descendente para 93,3% em 2025 e 83,2% em 2028, impulsionado por grandes excedentes primários e crescimento moderado do PIB nominal".

Segundo a DBRS, "a atual situação orçamental de Portugal está entre as mais fortes da zona euro", lembrando que "Portugal registou um excedente orçamental global de 1,2% do PIB em 2023 e deverá registar pequenos excedentes em 2024 e 2025".

Para a agência, a "aprovação do orçamento para 2025 é um bom presságio para a durabilidade do atual Governo no curto prazo", alertando que "a incerteza orçamental irá provavelmente aumentar ao longo do tempo".

"No entanto, a Morningstar DBRS considera que o risco de Portugal se desviar significativamente do seu compromisso com uma política orçamental prudente é relativamente baixo", assegurou.

A perspetiva estável reflete a opinião da agência de que "os riscos para as notações de crédito são equilibrados", uma opinião apoiada "pelo facto de o país pertencer à zona euro e pela sua adesão ao quadro de governação económica da UE", conjugada com "o forte desempenho orçamental de Portugal desde 2016 e a posição reforçada do sistema bancário português também suportam a notação de crédito do país"

Para a agência, as "principais vulnerabilidades incluem o elevado nível de dívida pública, a elevada dívida externa e o potencial de crescimento económico relativamente baixo", sendo que "a gestão destas questões pode tornar-se mais difícil se as taxas de juro permanecerem elevadas por um período prolongado", alertou.

A agência é a primeira a pronunciar-se sobre o rating de Portugal este ano, seguindo-se a S&P, a 28 de fevereiro, a Fitch, a 14 de março, e a Moody's, a 16 de maio, de acordo com os calendários publicados pelas agências.

 

Fonte: https://www.theportugalnews.com/pt/noticias/2025-01-20/melhoria-da-notacao-de-risco-de-portugal/94984

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